Sexta-feira, Janeiro 27, 2012
É oficial: projeto de lei SOPA está “morto”!
Uma pequena-grande vitória para a liberdade da internet! A semana foi conturbada. Primeiro, o projeto SOPA começou a perder um pouco de seu suporte, e teve sua votação colocada em breve pausa. Na quarta-feira, rolou um mega blackout de mais de 75 mil sites, fazendo com que a maior parte dos congressistas americanos ficasse contra o projeto. Até Obama pediu que o projeto fosse arquivado.
Depois, o FBI tirou o MegaUpload do ar, gerando uma resposta violenta e imediata da Anonymous, o início de uma cyber-guerra.
Agora, chega a megaboga notícia: devido aos “recentes eventos”, o patrocinador-chefe da SOPA, o republicano Lamar Smith, retirou oficialmente a votação do projeto!
De acordo com ele, o congresso precisa analisar melhor a forma de abordar o assunto. Mas eles ainda tentarão passar leis contra a pirataria, porque “a pirataria é um problema severo nos EUA e no mundo, e deve ter alguma solução”.
E de fato é um problema, mas não com os números exagerados do político, que chega a citar “mais de $100 bilhões de dólares de prejuízo anualmente” apenas nos Estados Unidos. Pelo jeito, ele viu que não iria adiantar apresentar números absurdos (muito maior que o PIB de pequenos países) para dezenas de pessoas que mal sabem usar a internet, e resolveu sair fora pelo momento.
Lamar Smith também adiou a votação do PIPA, um projeto tão perigoso quanto o SOPA. Ou seja: o projeto SOPA foi congelado em Carbonita, mas ainda temos uma lei perigosa em questão que, se não obtiver a mesma quantidade de oposição, poderá passar e ser aprovada pelo congresso americano.
Vamos continuar atentos. Vamos continuar alertas e impedir a possível aparição de um político necromante para ressuscitar esta maldita lei!
Via Jovem Nerd
Rockeiro de verdade é isso daqui...
Semana passada eu postei aqui no mataleone, sobre a pedrada que o Pe Lanza, vocalista da banda Restart, tinha levado na cabeça durante um show. Apesar de não ser muito fã do som dos caras, gostei da atitude do garoto em não ter parado a música, até ser medicado. Mas isso não é novidade. Foda mesmo foi que aconteceu com Zakk Wylde, célebre guitarrista da banda de Ozzy Osbourne, ícone do heavy metal. Durante um show em São Paulo, os pontos de sua mão se romperam logo no início do show, e mesmo assim ele tocou por mais de 1 hora até o show terminar. Rockeiro de verdade é isso aí!
Da série "Momento nerd inesquecível": Marty McFly tocando na festa da escola
Sem dúvida "Back to the future" (De volta para o futuro) foi um filme que marcou a minha infância. O filme foi lançado em 1985 e mexeu com a mente de muito adolescentes da minha época. O filme conta a história de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente volta no tempo de 1985 para 1955. O problema é que ele acaba conhecendo seus futuros pais e acidentalmente faz sua futura mãe ficar apaixonada por ele.
O filme tem várias cenas sensacionais e inesquecíveis, mas uma que gostei muito em especial é a cena em que Marty McFly (Michael J. Fox) vai na festa da escola de seus pais e o guitarrista machuca a mão e fica impedido de tocar a sua guitarra, e ele prontamente se propõe a ficar no lugar dele e toca a lendária "Johnny B. Goode" de Chuck Berry . Mas o Rock dos anos 80 era totalmente diferente do tocado nos anos 50. E ele dá um show, mas deixa as pessoas com cara de "OMG" com o que ele faz no palco com a guitarra.
O filme tem várias cenas sensacionais e inesquecíveis, mas uma que gostei muito em especial é a cena em que Marty McFly (Michael J. Fox) vai na festa da escola de seus pais e o guitarrista machuca a mão e fica impedido de tocar a sua guitarra, e ele prontamente se propõe a ficar no lugar dele e toca a lendária "Johnny B. Goode" de Chuck Berry . Mas o Rock dos anos 80 era totalmente diferente do tocado nos anos 50. E ele dá um show, mas deixa as pessoas com cara de "OMG" com o que ele faz no palco com a guitarra.
Vingadores vs. X-Men - Marvel divulga capas com mais batalhas da saga
Vingadores vs. X-Men é o grande evento Marvel do ano - e a editora não para de divulgar novas imagens do conflito entre as duas equipes. Depois de vários teasers, agora são as capas de todas as séries que estarão envolvidas na saga a partir de abril. A minissérie principal em 12 edições Vingadores vs. X-Men vai ser acompanhada da mini secundária AVX: Versus, também em 12 números, enfocando os combates mano-a-mano. Ambas começam em abril.
Neil deGrasse Tyson, o meme "Ui"

Neil deGrasse Tyson é um astrofísico americano nascido em Nova Iorque em 1958 e, desde 1996, o Diretor do Planetário Hayden no Museu Americano de História Natural em Manhattan's Upper West Side.
O meme "Ui, que medo!" é uma variação do meme gringo "Neil de Grasse Tyson Reaction", que apresenta uma reação do famoso astrofísico Neil de Grasse Tyson. Este meme ficou bastante popular a partir de outubro de 2011. É comum ver o meme no Facebook, em fóruns e em vários blogs de humor.
O original normalmente vem com a frase “Watch out guys, we are dealing with a badass over here” e é baseado nese vídeo aqui:
O meme "Ui, que medo!" é uma variação do meme gringo "Neil de Grasse Tyson Reaction", que apresenta uma reação do famoso astrofísico Neil de Grasse Tyson. Este meme ficou bastante popular a partir de outubro de 2011. É comum ver o meme no Facebook, em fóruns e em vários blogs de humor.
O original normalmente vem com a frase “Watch out guys, we are dealing with a badass over here” e é baseado nese vídeo aqui:
Sim, o contorno do meme foi retirado desse vídeo mesmo! A reação de Tyson pode ser visto à 1:30, quando ele explica como Isaac Newton inventou o cálculo antes de seu 26º aniversário.
Em 23 de outubro de 2011, um usuário do site Reddit (sempre os sites inventando as modas da net) publicou o contorno do desenho em resposta a um outro usuário, e em 7 de novembro um outro usuário do mesmo site usou o desenho com a frase “Watch out guys, we are dealing with a badass over here”. Então ela tem sido espalhada por toda a web e ganhou uma versão em português: "Ui, que medo".
fonte 1 e 2
Em 23 de outubro de 2011, um usuário do site Reddit (sempre os sites inventando as modas da net) publicou o contorno do desenho em resposta a um outro usuário, e em 7 de novembro um outro usuário do mesmo site usou o desenho com a frase “Watch out guys, we are dealing with a badass over here”. Então ela tem sido espalhada por toda a web e ganhou uma versão em português: "Ui, que medo".
fonte 1 e 2
Air Clicker: Tire fotos com sua mão e envie as imagens por bluetooth para o su celular

Imagine meu amigo nerd se vc pudesse tirar fotos apenas com seus dedos, sem uma câmera nas mãos. Isso é AIR CLICKER! A idéia é justamente essa. Uma câmera que se encaixa em dois dedos de uma única mão. No seu polegar fica a lente e no indicador um sensor que permite disparar o obturador. As imagens são enviadas via bluetooth para o seu smartphone. Pra filmar é só fazer um "C" com as mãos.


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Quinta-feira, Janeiro 26, 2012
O Maio Controle NES do Mundo!
O recorde mundial do maior controle NES (o Nintendinho) do mundo vem da Holanda. Pesando cerca de 114 quilos e medindo 6,0 x 3,6 metros, essa belezinha tecnológica é nada mais nada menos que30x superior ao seu tamanho original (não caberia nem na minha sala! kkk).

Além de suas incríveis dimensões (parece até tirado do filme "Querida estiquei o bebê!"), ele funciona realmente como um joystick do NES. Porém, é quase impossível de se jogar sozinho.
Ps: Pode servir de uma bela desculpa para jogar à dois ou com uma grupo de amigos! :)
Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.
Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome.
São tratados como se fossem uma 'COISA'
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.
Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome.
São tratados como se fossem uma 'COISA'
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