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sexta-feira, janeiro 27, 2012

Como seu gato vê certas coisas







Neil deGrasse Tyson, o meme "Ui"



Neil deGrasse Tyson é um astrofísico americano nascido em Nova Iorque em 1958 e, desde 1996, o Diretor do Planetário Hayden no Museu Americano de História Natural em Manhattan's Upper West Side.

O meme "Ui, que medo!" é uma variação do meme gringo "Neil de Grasse Tyson Reaction", que apresenta uma reação do famoso astrofísico Neil de Grasse Tyson. Este meme ficou bastante popular a partir de outubro de 2011. É comum ver o meme no Facebook, em fóruns e em vários blogs de humor.

O original normalmente vem com a frase “Watch out guys, we are dealing with a badass over here” e é baseado nese vídeo aqui:


Sim, o contorno do meme foi retirado desse vídeo mesmo! A reação de Tyson pode ser visto à 1:30, quando ele explica como Isaac Newton inventou o cálculo antes de seu 26º aniversário.



Em 23 de outubro de 2011, um usuário do site Reddit (sempre os sites inventando as modas da net) publicou o contorno do desenho em resposta a um outro usuário, e em 7 de novembro um outro usuário do mesmo site usou o desenho com a frase “Watch out guys, we are dealing with a badass over here”. Então ela tem sido espalhada por toda a web e ganhou uma versão em português: "Ui, que medo".



fonte 1 e 2



E se os jogos da era 8 bits tivessem um "fatality"?


Clique e veja quanta violência! LOL!



Air Clicker: Tire fotos com sua mão e envie as imagens por bluetooth para o su celular


Imagine meu amigo nerd se vc pudesse tirar fotos apenas com seus dedos, sem uma câmera nas mãos. Isso é AIR CLICKER! A idéia é justamente essa. Uma câmera que se encaixa em dois dedos de uma única mão. No seu polegar fica a lente e no indicador um sensor que permite disparar o obturador. As imagens são enviadas via bluetooth para o seu smartphone. Pra filmar é só fazer um "C" com as mãos.





quinta-feira, janeiro 26, 2012

O Maio Controle NES do Mundo!

O recorde mundial do maior controle NES (o Nintendinho) do mundo vem da Holanda. Pesando cerca de 114 quilos e medindo 6,0 x 3,6 metros, essa belezinha tecnológica é nada mais nada menos que30x superior ao seu tamanho original (não caberia nem na minha sala! kkk).

noticias Holandeses criam o maior controller de videogame do mundo!

Além de suas incríveis dimensões (parece até tirado do filme "Querida estiquei o bebê!"), ele funciona realmente como um joystick do NES. Porém, é quase impossível de se jogar sozinho.

Ps: Pode servir de uma bela desculpa para jogar à dois ou com uma grupo de amigos! :)




Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'


Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar
comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da
cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar,
não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome.

São tratados como se fossem uma 'COISA'



terça-feira, janeiro 24, 2012

Viva o verão!




Donkey Kong




Mulheres! Seus problemas são 1 vez por mês... O nosso são todas as manhãs!




Explicação perfeita sobre alianças de casamento!


CA-RA-CAS... É IMPRESSIONANTE! EU NUNCA VÍ UMA EXPLICAÇÃO TÃO LÓGICA E LINDA SOBRE O PORQUÊ DE SE USAR ALIANÇA NO QUARTO DEDO DA MÃO ESQUERDA... LEIAM, POIS VALE MUITO À PENA SABER!

Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente:

Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos.O dedo médio representa a você mesmo. O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa seus filhos. Agora junte suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a você mesmo, como na imagem….

Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com você até o dia da sua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós se vão, una os dedos novamente.

Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida, e é por isso que o anel se usa neste dedo.



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