sexta-feira, novembro 30, 2012
quinta-feira, novembro 29, 2012
CAIU A CASA DA MEGA SENA!!!
CAIU A CASA DA MEGA SENA!!!
A GRANDE FARSA É DESCOBERTA!
BRASIL: O PARAÍSO DA SACANAGEM.....
SE VOCÊ FAZ APOSTAS, ESTÁ SENDO ENGANADO!!!
A Polícia Federal desconfiou que estivesse havendo algum tipo de fraude na MEGA SENA e, mal começaram as investigações, pegaram várias pessoas envolvidas no esquema, entre elas, funcionários, auditores, e muito peixe grande, ligadas diretamente ao governo.
Era muita gente envolvida no esquema. Eles fraudavam o peso da bolinha, fazendo sempre dar os números que eles quisessem e botavam 'laranjas' para jogar em diferentes Estados.
Você que achava estranho a Mega Sena acumular tantas vezes seguidamente, e quando saía o prêmio, apenas uma pessoa ganhava, geralmente em algum lugar bem distante.. Só podia ser algum tipo de fraude mesmo!!!
Descobriram membros da quadrilha com 4 Bilhões em contas nos paraísos fiscais; o que menos tinha, tinha 8 milhões..
Isso é sacanagem com o povo brasileiro, que trabalha demais; muitos deixam até de comer alguma coisa para fazer uma fezinha! O que muito me admira é que quase não houve divulgação!!!!!!
Na TV só passou uma vez no Jornal da Record, e outra na BAND...
Certamente foram censurados.... Está na cara que o governo não quer perder a bocada que fatura cada semana com os jogos, e nem quer mais CPIs...
Está notícia não pode ficar na gaveta, espalhem!!!
Vamos nos unir e dar fim a essa grande rede de corrupção que envolve o nosso país.
Colabore com a DIVULGAÇÃO e ajude a desmantelar essa corja de corruptos que levam 45% do seu salário em impostos e ainda têm coragem de levar mais... Passe para todos da sua lista de contatos....
O BRASIL todo precisa saber!!!
terça-feira, novembro 27, 2012
HARLEM GLOBETROTTERS BRASILEIRO! Outra farsa do Caldeirão...
As organizações promotoras do evento prometeram que eu iria morar, estudar e fazer turnê com os Harlem Globetrotters nos Estados Unidos por um ano, com tudo pago e remuneração. Com base nessas promessas, desfiz-me de todos os meus bem materiais, fiz uma enorme despedida com os amigos e familiares e me preparei fisicamente para representar o Brasil, e fiquei aguardando um posição das organizações promotoras do concurso para partir e iniciar o sonho de viver do basquete.
Infelizmente, nada que foi prometido se realizou. Passei por muita humilhação durante a turnê no Brasil por organizadores do concurso.Tenho gravações absurdas dos organizadores falando coisas que ficariam chocados em ouvir. É muito triste toda essa situação, é muito humilhante para qualquer atleta.
Mas agora o que me resta é compartilhar a minha história com todos vocês, sem vergonha, medo ou qualquer arrependimento. Quero que as pessoas que torceram por mim no dia do concurso e as que se orgulharam da minha conquista como brasileiro saibam de todo o ocorrido. Até porque não fui o único encanado em toda esse história, mas vocês também.
O sentimento de frustração é muito grande, só que a vontade de viver e seguir em frente supera muito mais esse sentimento ruim. Sim, me tornei vítima de organizações que buscaram mais promover uma marca do que realizar o sonho de um garoto, embora assim tenham prometido.
Caso você não compactue com essa injustiça, compartilhe esta história, para que mais sonhos não sejam frustrados de forma leviana e irresponsável, tratados como meras mercadorias a serviço de grandes lucros.
Pois é gente, no mundo de negócios, talento não é suficiente. Muito triste isso.
Farsa Rede Globo Soletrando
O mais engraçado foi o Luciano com cara de babaca sem saber oq falar! Kkkkkkkkkkkks..
A Farsa do “LATA VELHA” do Caldeirão do Huck 20 DE SETEMBRO DE 2007 - 4:07
O bloco do Caldeirão do Huck “Lata Velha” é uma grande farsa. A fraude foi desmascarada por João Marcelo, um (in)feliz “contemplado” (leia-se enganado) pelo programa da Rede Globo. Com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser restaurado é trocado por outro, que então é reformado para se parecer com o carro do cliente. Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e
assinatura. Fico a pensar se um bloco supostamente simples como o “Lata Velha” tem tantas fraudes, apenas para conseguir lucrar em cima, quantos podres ainda estão sob as mentiras e calúnias da Globo? Um dia a casa cai…
(texto original)
“Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79.
O próprio João Marcelo demorou para entender o que estava acontecendo. O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda. Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma odisséia em busca do verdadeiro carro.
“Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca”, lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa. Dias depois, a produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro.
“Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera. Tive sete aulas de canto em Niterói. Tudo isso levou uns 26 dias. O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest”, diz João Marcelo.
Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público.
“No dia seguinte ? gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado”, explica.
Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa. Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey.
“Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada, só o meu carro de volta”, conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor:
“O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave”, afirma. O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado. Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a tal Caravan:
“Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não era do Opala. As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça”, garante.
Desde janeiro, corre na Justiça um processo contra a Rede Globo e a Oficina Nittro Hot Rods no cartório da 1ª Vara Cível, em Jacarepaguá, com um pedido de indenização por danos morais e materiais. A pergunta que fica é a seguinte: Onde foi parar o Opala?!?…”
E para quem ainda não acredita, aqui vai o link do processo em andamento: www.tj.rj.gov.br
Processo No 2007.203.000972-9
TJ/RJ – 20/02/2008 13:00:16 – Primeira instância – Distribuído em 24/01/2007
segunda-feira, novembro 26, 2012
Fruto Sagrado inova com novo modelo de distribuição de músicas e conteúdos extras de forma totalmente GRATUITA. Entenda
A banda Fruto Sagrado em sua atual
formação lançou o projeto “Universo Particular” uma maneira diferenciada
de distribuir as novas músicas do grupo através do seu site.
A proposta do novo trabalho do Fruto
Sagrado é liberar para download as músicas em diversos formatos como
vídeo, mp3, play along para guitarra, baixo, bateria, além de cifras e
vídeos educativos com reflexões sobre as músicas.
Segundo o site da banda, o projeto vai de
encontro com as mudanças na industria fonográfica que não está mais
presa a comunicação dos moldes antigos, ou seja não existe mais a
necessidade de se comprar CDs ou DVDs já que o conteúdo pode ser baixado
gratuitamente pela internet.
Confira mais e faça download das novas músicas do Fruto Sagado acessando o site oficial do Fruto Sagrado.
domingo, novembro 25, 2012
10 costumes mais estranhos do mundo
Traição com assentimento do marido.

No povo Aranda, da Austrália, são realizados rituais de dança nos
quais as mulheres , levadas por seus próprios maridos , procuram
despertar o interesse sexual em homens desconhecidos. O homem eleito
pela mulher durante o ritual , mantém relações sexuais com ela , com
assentimento do marido.
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Proeminência dos lábios vaginais
Em Botsuana, a cultura Tsuana considera que a proeminência dos
pequenos lábios vaginais resulta em grande atração sexual. Assim , a
partir da puberdade as meninas começam a puxá-los e podem mesmo valer-se
de outros recursos para aumentá-los, como matar um morcego , queimar
suas asas e passar a cinza sobre cortes feitos em volta dos pequenos
lábios , de forma a torná-los " tão grandes quanto as asas de morcego ".
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Duelos
Praticado entre os séculos 15 e 20 nas sociedades ocidentais, o duelo
é um combate consensual entre duas pessoas, com armas letais
equivalentes, de acordo com regras explicita ou implicitamente expostas,
em razão de alguma questão de honra.
O duelo normalmente nasce do desejo de uma das partes, o desafiante,
de reparar um insulto à sua honra. O objetivo do duelo não é
simplesmente matar, mas sim restaurar a honra pelo envolvimento
voluntário em uma situação de risco de morte.
Embora fosse geralmente ilegal, na maioria das sociedades o duelo era
socialmente aceito, os participantes raramente eram processados e, se
fossem, não eram condenados.
Somente cavalheiros detinham a honra necessária para participar de um
duelo. Se um cavalheiro fosse insultado por alguém de classe inferior,
ele não o desafiaria para um duelo, simplesmente o surraria com um
chicote, bengala ou ordenaria que alguns de seus servos o fizessem.
Hoje, os duelos são ilegais em quase todos os países do mundo.
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Sacrifício Humano
Sacrifício Humano é o ato de matar uma pessoa como oferenda a alguma
divindade ou outro poder, normalmente de origem sobrenatural. Era uma
prática comum em várias culturas antigas, com o ritual variando entre
elas. As vítimas eram mortas seguindo-se um ritual de forma a
supostamente agradar os deuses ou espíritos.
As vítimas podiam variar desde prisioneiros até crianças ou virgens,
que eram mortas queimadas, decapitadas, enterradas vivas e etc.
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Seppuku
Também conhecido como hara-kiri, o seppuku é o suicídio ritual pela
retirada das vísceras através de um corte na barriga. Era parte
importante do bushido, o código dos samurais, e era cometido pelos
guerreiros a fim de evitar que caíssem nas mãos inimigas ou para atenuar
a vergonha.
Um daimyo (senhor feudal) tinha o poder de ordenar que algum de seus
samurais cometesse o seppuku. Em alguns casos permitiam-se que
guerreiros em desgraça cometessem o seppuku ao invés de serem
executados. Samurais femininos só podiam cometer o ritual sob permissão.
O seppuku era visto como um ato de honra e coragem, admirável em um
samurai que reconhecera sua derrota, desgraça ou ferimento fatal.
Com o tempo desenvolveu-se um complexo ritual para o seppuku. O
samurai banhava-se e era vestido com roupas brancas. Comia seu alimento
favorito e, quando terminado, seu tantõ (punhal) era colocado sobre seu
prato. Então o guerreiro preparava-se para a morte escrevendo um poema
da morte. Com seu kaishakunin (auxiliar de confiança) ao lado, ele abria
seu quimono e cravava a faca no abdômen, abrindo um corte da esquerda
para a direita. No mesmo momento o kaishakunin faria então um daki-kubi,
ou seja, deceparia a cabeça do samurai com um único golpe de espada.
O seppuku foi proibido no Japão em 1873, mas nunca parou de ocorrer.
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Eunucos
Eunucos são homens castrados. O termo “eunuco” é usado geralmente
para se referir à homens castrados que designam algum papel social em
função disso.
Os primeiros registros de eunucos datam de 21 A.C. na antiga Suméria.
Desde os eunucos desempenharam vários papéis em diversas sociedades
diferentes. Desde cortesãos, cantores (os famosos castrati),
especialistas religiosos, oficiais do governo e comandantes militares
A função mais comum, no entanto, é a de serviçal íntimo da corte
(eunuco vem do grego “guardião da cama”). Na visão da época a castração
os tornavam serviçais mais submissos e mais fieis.
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Chanzú
Do chinês “pés atados” o Chanzú foi uma prática comum na China
durante cerca de 1000 anos. Meninas, na faixa dos quatro aos sete anos,
tinham os pés atados com bandagens apertadas de forma que não pudessem
crescer. Com o crescimento natural, os pés comprimidos se quebravam e
cicatrizavam, num círculo que só terminava na fase adulta, ficando
completamente deformados.
Os “Pés de Lótus”, como eram chamados, não passavam dos 10 cm de
comprimento, e eram visto como sinal de status social e elegância.
O processo era complexo e deveria ser repetido a cada dois dias. Os
pés eram untados em uma mistura de ervas e sangue de animal a fim de
prevenir qualquer necrose. As unhas eram aparadas para evitar infecção.
Em seguida a menina tinha os pés massageados. Bandagens eram imersas na
mesma mistura de sangue e ervas. Cada um dos dedos era então quebrado e
enrolado firmemente na bandagem úmida. Com a secagem, estas se contraíam
e puxavam os dedos na direção do calcanhar.
A cada novo processo as bandagens eram presas mais fortes, tornando o ritual sempre doloroso.
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Enterro Celeste
Enterro celeste ou, ritual da dissecação, era uma prática comum no
Tibet. O cadáver era cortado em pequenos pedaços e colocado no alto de
uma montanha, ficando exposto aos elementos e aos animais (especialmente
aves de rapina). Em tibetano a prática é conhecida como jhator, que
significa literalmente “dar as almas aos pássaros”.
A maioria dos tibetanos são adeptos do budismo, que prega o
renascimento. Não há necessidade de preservar o corpo, que é agora
vazio. Como o terreno tibetano é rochoso e muitas vezes difícil de
cavar, o enterro celeste tornou-se uma forma prática de se livrar do
corpo. A prática é considerada um ato de generosidade,
Os jhator tradicionais são feitos em áreas específicas do Tibet. O
processo completo é longo e caro e quem não pode paga-lo simplesmente
tem o corpo deixado em alguma pedra, onde apodrecerá e será comido por
animais.
O governo chinês proibiu a prática em 1960, mas a legalizou novamente em 1980.
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Sati
O Sati (ou Suttee) é um costume hindu no qual a viúva se sacrifica queimando-se viva junto do marido em sua pira funerária.
Não se sabe a origem exata do costume. Embora ele seja associado com
os indianos, práticas semelhantes ocorreram também entre os egípcios,
chineses e vikings. A maior parte dos indianos nega que seja um costume
hindu, visto que não consta nada a seu respeito em nenhum de seus textos
sagrados.
O sati é supostamente um ato voluntário. Argumenta-se, no entanto,
que muitas mulheres podem ver-se impelidas a cometê-lo por pressão da
sociedade e dos familiares
Visto com horror pelos ocidentais o sati foi proibido pelo governo
britânico em 1829, mas nunca foi extinto de fato. Desde a independência
da Índia, em 1947, cerca de 40 casos foram noticiados. O mais recente
deles aconteceu em 1987. A jovem Roop Kanwar, de 18, estava casada a
apenas 8 meses quando seu marido faleceu em decorrência de uma
apendicite. Os vizinhos disseram que no dia seguinte, durante seu
funeral, a viúva apareceu, vestida com seu traje de casamento, sentou-se
na pira, com a cabeça do marido no colo, e ordenou que acendessem as
chamas. Cerca de 40 testemunhas foram presas acusadas de envolvimento na
morte, mas ninguém testemunhou e, após 9 anos de disputa, os acusados
foram inocentados.
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Auto-Mumificação
A auto-mumificação foi prática corrente entre um pequeno grupo de
monges budistas do norte do Japão conhecidos como Sokushinbutsu. A fim
de alcançar o status de Buda, os monges tiravam sua própria vida através
de um processo de mumificação.
Por um período de três anos o monge se alimentava de uma dieta
especial composta somente por nozes e sementes, acompanhada por um
programa de atividades físicas rigorosas. Esse período visava acabar com
toda a gordura de seu corpo.
Nos próximos outros três anos ele se alimentava somente de cascas de
árvores e raízes e tomavam um chá venenoso feito da seiva da árvore de
Urushi, que contém urushiol, substancia normalmente usada para embeber a
ponta de lanças e flechas. Esse processo causava fortes vômitos e a
perda sistemática dos fluidos corporais.
Finalmente o monge se trancava em uma tumba de pedra, pouco maior que
seu corpo, onde permanecia imóvel na posição de lótus. Sua única
conexão com o mundo exterior eram um tubo de ventilação e um sino. À
cada dia ele tocava o sino uma vez. No dia que o sino não tocasse, seus
amigos saberiam que ele estaria morto.
O processo longo e doloroso requeria muito de seus praticantes, mas
nem todos tinham sucesso no fim. Algumas tumbas, quando abertas,
conservavam apenas o corpo apodrecido de seu hóspede.
quinta-feira, novembro 22, 2012
krokodil [A DROGA ZUMBI]
Uma
droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de
pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em
russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está
fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das
consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom
esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a
desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O
problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.
krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode
ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como
acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a
droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido
hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de
fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.
Logicamente
nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco
puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de
se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que
com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o
krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até
expor os músculos e ossos.
Thalles Roberto nega promoção da limousine, organizadores cancelam o prêmio
Leia a nota oficial de Thalles Roberto:
“O cantor e pastor Thalles informa por meio de sua assessoria de imprensa que não está realizando qualquer tipo de promoção referente à passeio em limusine ou similar. TODA E QUALQUER PROMOÇÃO, AGENDA E NOTÍCIAS OFICIAL SÃO publicadas primeiro neste site. Somente depois da repercussão nas redes sociais Thalles tomou conhecimento desta promoção. “No dia que eu entrar em uma limusine com um fã para ir em um show, pode dizer que eu estou doido e jogar uma pedra na minha cabeça, jamais faria isso, sou pastor de ovelhas, não artista”. Segundo Thalles, o responsável por esta agenda em sua equipe entrou em contato com a organização do evento informando que ele NÃO vai participar de nenhuma programação deste tipo. Mesmo que tenham feito sem qualquer autorização oficial dele. “Nem todos que dizem Senhor, Senhor vão entrar no reino dos céus. Quando nos tornamos pessoas públicas esse tipo de informação se espalha sem tomarmos conhecimento. “Eu não sou artista, sou pastor. As pessoas que me acompanham não são fãs, são ovelhas. Tenho muito respeito e temor pelo chamado que o Senhor me confiou”, finaliza Thalles.”
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